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sexta-feira, março 04, 2011

O Brasil alega que é quinta maior economia no mundo

O Brasil ultrapassou a Grã-Bretanha e da França para se tornar a quinta maior economia do mundo depois de informar crescimento económico de 7,5 por cento em 2010 - a maior taxa desde 1986, ministro das Finanças, Guido Mantega, disse.

a maior economia da América Latina cresceu no ano passado na parte traseira do crédito ao consumo, investimento e um pacote de estímulo do governo, mas estava mostrando sinais de moderação em meio à desaceleração do crescimento econômico no quarto trimestre.

 "Olhando para o cenário internacional, o Brasil foi classificado em terceiro no mundo em relação a [o ritmo] de crescimento econômico e é a quinta economia [maior], quando consideramos os países do G20", disse Mantega nesta quinta-feira.




Após uma breve recessão durante a crise econômica mundial, o governo de ramp up seus gastos fiscais em 2009 e 2010 para ajudar a economia se recuperar e preparar o caminho para uma eleição no ano passado, que varreu o governo do novo presidente, Dilma Rousseff, ao poder .
Isso ajudou a elevar o produto interno bruto para R $ 3,675 bilhões ($ 2.215 bilhões) no ano passado, um nível que o Sr. Mantega disse que fez dele o quinto maior do mundo, acima dos cerca de oitava anteriormente.

Entretanto, o Brasil está lutando para sustentar um crescimento rápido, devido à sua infra-estrutura de rangido, complicado sistema fiscal e as restrições de trabalho, levando a preocupações de aumento da inflação .
A taxa de inflação chegou a 6,08 por cento nos 12 meses até meados de fevereiro - um pouco abaixo do limite superior da meta do banco central de 4,5 por cento, mais ou menos 2 por cento.
O banco central, na noite de quarta-feira reforçou a sua taxa básica de juros Selic em mais 50 pontos base, para 11,75 por cento, o segundo aumento deste ano. O país tem a maior taxa real de juros - taxas ajustadas pela inflação - de qualquer grande economia. O mercado vai continuar a apostar que os juros permanecerão elevados a curto prazo, os economistas acreditam.

"Temos uma luta clara aqui entre Banco Central e os intervenientes no mercado. Isso vai durar até a gente ver a inflação a descer eo crescimento mostra sinais claros de moderação ", afirmou Diego Donadio, um estrategista de América Latina do BNP Paribas em São Paulo.
Mantega disse que o crescimento econômico do Brasil seria moderada este ano a 4,5-5 por cento, enquanto o governo reduzido o seu orçamento de 2011 previsto em R $ 50 bilhões.
O governo também reduziria empréstimo do Tesouro para o banco de desenvolvimento estadual, o BNDES, cerca de R $ 55 mil a partir de R $ 80 bilhões em 2010 e R $ 100 bilhões em 2009. Empréstimos do BNDES foi um grande contribuinte para o crescimento econômico forte nos últimos dois anos.

"Nós estamos reduzindo os recursos do BNDES para incentivar o setor privado para financiar investimentos no Brasil", disse Mantega.

Economistas disseram que não havia provas de que a economia do Brasil começaram a abrandar no último trimestre de 2010, expandindo-se 0,7 por cento face aos três meses anteriores, ou 5 por cento face ao ano anterior.

Neil Shearing, economista de mercados emergentes com alto Capital Economics, afirmou que o crescimento foi tornando-se irregular, com o consumo privado a aumentar mais 10 por cento anualizados no quarto trimestre, enquanto o investimento em renda fixa e as exportações sub-realizados.


 Traduzido pelo Google Translator
 Fonte: FT

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Au Brésil, les élus se taillent de jolies pensions

Au Brésil fleurissent, de longue date, la corruption, le népotisme et l’abus de privilèges. La presse révèle, chaque semaine ou presque, telle ou telle pratique plusou moins répréhensible qui ternit toujours plus l’image de l’élite au pouvoir.


Le dernier héros de ce mauvais feuilleton s’appelle Benjamin Zymler, 54 ans. Il préside le Tribunal des comptes de l’Union, l’équivalent de notre Cour des comptes. Ce très haut fonctionnaire, dont l’emploi exige qu’il soit irréprochable, améliorait l’ordinaire par de précieux «ménages». En trois ans, il a donné treize cours et conférences qui lui ont rapporté quelque 100000 euros. Ses clients? Trois entreprises publiques, dont il est chargé de vérifier la validité des comptes aunomde l’Etat fédéral. Bonjour, le conflit d’intérêts. Mais pas aux yeux de l’intéressé, qui souligne d’avoir rien commisd’illégal.


Ah, la loi! Ceux qui la font n’ont guère de leçons à donner.AuParlement de Brasilia, quelques jours avant Noël, les députés et sénateurs se sont offert une hausse de salaires de 60%. Les prix n’avaient pourtant augmenté que de 20%depuis le dernier réajustement de leurs émoluments. Mais ils voulaient toucher autant que les juges de la Cour suprême. Cinquante fois le salaire minimum Pour faire passer cette mesure, ils en ont fait bénéficier les membres de l’exécutif. Tout le mondegagne désormais lamêmechose, les parlementaires, lesministres et la présidenteDilma Rousseff: un peu plus de 12000 euros par mois. Cinquante fois le salaire minimum.


Les élus fédéraux, et ceux des Etats fédérés, ne sont pourtant pas à plaindre. Outre leur salaire – sur quinze mois –, ils reçoivent de nombreuses allocations et avantages matériels, bénéficient de deux mois de vacances et ne travaillent à Brasilia que deux ou trois jours par semaine. Si l’électorat les recale, ils reçoivent pendant toute leur vie une pension égale à leur salaire. Les retraites, dont celles accordées aux ex-gouverneurs d’Etat, sont une autre source d’abus. Selon le journal Folha de Sao Paulo, au moins 127 ex-gouverneurs ou leurs veuves reçoivent une pension mensuelle – entre 5000et 10000 euros. Auxfrais du contribuable et en toute illégalité, puisqu’une décision de justice de 2007 bannit cette pratique. Ce dont se moquent les caciques locaux attachés aux privilèges votés par les assemblées législatives d’Etat. L’une des veuves cumule mêmedeux retraites, son défunt mari ayant gouverné successivement deux Etats.


Le plus malin de tous s’appelle Humberto Bosaipo, 54 ans. En 2002, il a fait voter par ses collègues députés du MatoGrosso un amendement élargissant le bénéfice de la retraite à tout élu ayant été amené à exercer temporairement les fonctions de gouverneur. Ce qu’il fut conduit à faire en 2004, pendant… exactement… dix jours. A ce titre, il continue de toucher, sept ans plus tard, une pension de 6500 euros par mois.

Le Monde, Mercredi 2 février 2011

L’histoire Jean-Pierre Langellier (à Rio)

Para traduzir, clique AQUI 


segunda-feira, setembro 27, 2010

A realidade por trás do culto de Lula

Na próxima semana, vê a aposentadoria do homem descrito por Barack Obama como "o político mais popular na Terra". O presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil, conhecido simplesmente como Lula, desce depois de oito anos de mandato, com uma taxa de aprovação estratosférica de cerca de 80 por cento. Como resultado, a eleição presidencial brasileira em 03 de outubro será uma celebração do passado, tanto como um sinal para o futuro. O vencedor quase certo será escolhido o sucessor de mão-Lula, Dilma Rousseff.

Lula ainda não tenha sido alcançado notoriedade mundial e santidade secular de Nelson Mandela. Mas o Lula e Mandela mitos têm algo em comum. Em ambos os casos, uma luta pessoal que se deslocam fundiu-se com uma história convincente nacional, transformando um único homem em um símbolo poderoso de transformação de um país inteiro.

A história de Lula já foi transformado em um filme, antes mesmo de o homem deixou o cargo - e é fácil perceber porquê. Lula foi um dos oito filhos de uma família pobre de uma das regiões mais remotas do Brasil. Ele deixou a escola cedo, trabalhou como engraxate e depois como um torneiro mecânico antes de se tornar um líder sindical, militante. Ele foi encarcerado sob a ditadura militar no Brasil. Sua primeira mulher morreu jovem, durante a gravidez. Mas Lula triunfou sobre as chances de se tornar "o pobre garoto que veio de um barracão para ser presidente do Brasil".

O Brasil cresceu mais rica e poderosa durante a sua presidência. Mas, como Nelson Mandela, Lula resistiu à tentação de se agarrar ao poder. Ele não tentou reescrever as regras para obter um terceiro mandato. Em qualquer caso, com um protegido para sucedê-lo, ele continuará a ser uma figura muito poderosa.

história pessoal de Lula se fundiu com a narrativa nacional. Por muitos anos, o Brasil teve uma espécie de complexo de inferioridade nacional. Mas, como o menino pobre feito bom, o país está cada vez mais confiante e assertivo. O país tem reservas cambiais de mais de US $ 250 bilhões e recentemente descobriu enormes jazidas de petróleo offshore. O Brasil fornece a primeira letra da sigla Bric, que agora define o surgimento de novas potências mundiais. Mas é menos assustador do que a China, menos autoritário do que a Rússia e menos caótico do que a Índia.



O sorriso, Lula barbudo avuncular era o vocalista, carismático perfeita para o Brasil, refletida nas campanhas de sucesso para conquistar o direito de sediar os Jogos Olímpicos ea Copa do Mundo. aposentadoria formal de Lula vai permitir que o Brasil a refletir sobre o quão longe o país chegou.

Claro, há elementos do mito na história do Lula. Sua vida pessoal e política contêm episódios de crueldade que são encobertas na versão em filme biográfico. transição para a democracia do Brasil ocorreu bem antes da posse. As bases do sucesso econômico do país foram estabelecidas pelas reformas de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Uma das maiores contribuições econômicas de Lula não era simplesmente para bagunçar as coisas - e isso foi conseguido com o abandono das políticas de extrema-esquerda que ele havia defendido. É verdade que Lula herdou uma crise fiscal e tratadas com determinação e altivez. Mas grande parte do boom econômico foi posterior ao fato sorte de um boom global das commodities, alimentado pela demanda chinesa. Lula ganhou o merecido crédito por suas políticas anti-pobreza. Ele tem feito menos bem no combate à corrupção.

A noção de Lula à liberdade de caça, também precisa de qualificação. Em casa, o atual presidente tem defendido a democracia. Mas ele tem prosseguido uma política externa que seja cínica ou ingênua - louvando autoritários como Hugo Chávez na Venezuela, e Fidel Castro em Cuba e buscando um namoro improvável e irresponsável do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

No entanto, para todas as qualificações inevitável, Lula merece muito desse entusiasmo, e louvor, que envolve a sua aposentadoria. Ele vai ficar como o presidente que supervisionou duas transições históricas.

O primeiro foi a conclusão do Brasil a adoção do capitalismo e da globalização. Em suas primeiras campanhas para a presidência, Lula tinha denunciado o "neoliberalismo". No escritório, ele abordou a inflação, pagos da dívida e promoveu as condições para as empresas brasileiras a crescer internacionalmente. Como ele observou com ironia em um artigo do FT recente: "Não há ironia no fato de que o líder sindical que já gritou" FMI fora "nas ruas passou a ser o presidente que pagou as dívidas do Brasil para a mesma instituição - e acabou emprestando-lhe US $ 14 bilhões. "

Brasil a adoção do capitalismo internacional no governo Lula criou as bases para a segunda transição, que tem um significado global. Esse é o surgimento de uma nova "nova ordem mundial" na última década. Ao contrário do anterior "nova ordem mundial" a mais recente iteração não é baseada em um "mundo unipolar" centrada em torno de os EUA e dominado pelo Ocidente. A característica que define esta nova "nova ordem mundial" é o surgimento de grandes potências econômicas e políticas na Ásia e na América Latina - com o Brasil bem na frente.

Apenas alguns meses atrás, na cúpula do Brics, Lula declarou que - "Brasil, Rússia, Índia e China têm um papel fundamental na criação de uma nova ordem internacional". Oito anos atrás, quando Lula assumiu seu primeiro mandato, que a declaração teria soado como uma hipérbole. Hoje, ela simplesmente soa como uma declaração de fato. É por isso que a história do Brasil no governo Lula é muito mais do que um filminho mitológico.



Apenas alguns meses atrás, na cúpula do Brics, Lula declarou que - "Brasil, Rússia, Índia e China têm um papel fundamental na criação de uma nova ordem internacional". Oito anos atrás, quando Lula assumiu seu primeiro mandato, que a declaração teria soado como uma hipérbole. Hoje, ela simplesmente soa como uma declaração de fato. É por isso que a história do Brasil no governo Lula é muito mais do que um filminho mitológico.



(Editorial do Financial Times, Sept 27/2010) - Um Jornal Sério. De um país sério!

Fonte:
http://www.ft.com/cms/s/0/8e758e7a-ca6f-11df-a860-00144feab49a.html

quarta-feira, abril 21, 2010

Bird vê 'avanços dramáticos' em redução da pobreza no Brasil

BBC Brasil


Apesar de ainda ter uma das mais altas taxas de desigualdade do mundo, o Brasil conseguiu avanços "dramáticos" em redução da pobreza e distribuição de renda, diz um relatório com indicadores de desenvolvimento divulgado nesta terça-feira pelo Banco Internacional Para Reconstrucao Desenvolvimento (Bird).

"Enquanto as desigualdades de renda se agravaram na maioria dos países de renda média, o Brasil assistiu a avanços dramáticos tanto em redução da pobreza quanto em distribuição de renda", diz um trecho do documento.

"A desigualdade permanece entre as mais altas do mundo, mas os avanços recentes mostram que nem sempre o desenvolvimento precisa vir acompanhado de desigualdade", diz o texto sobre o Brasil.

Segundo os indicadores do Bird, a taxa de pobreza do Brasil caiu de 41% no início da década de 90 para entre 33% e 34% em 1995. Depois de se manter nesse nível até 2003, a taxa de pobreza apresentou declínio constante, caindo para 25,6% em 2006.

O documento diz que as taxas de pobreza extrema seguiram padrão semelhante, caindo de 14,5% em 2003 para 9,1% em 2006.

"A redução do número de pessoas vivendo na pobreza foi acompanhada por um declínio na desigualdade de renda", diz o relatório.

De acordo com o Bird, fatores como inflação baixa e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, tiveram papel importante nesse desempenho.

Outros indicadores
O relatório também destaca os avanços registrados pelo Brasil em outros indicadores sociais, como a redução da taxa de mortalidade infantil, que passou de 56 para 22 em cada mil no período entre 1990 e 2008, em parte devido a melhores índices de vacinação.

Segundo o documento, o Brasil registrou ainda uma rápida redução nos índices de trabalho infantil e aumentou os níveis de frequência escolar.

O relatório traz dados sobre o cumprimento das Metas do Milênio, estabelecidas pelas Nações Unidas em 2000. Elas preveem melhoras em vários indicadores até 2015.

De acordo com o Bird, dez anos depois do lançamento da iniciativa, o progresso tem sido desigual e somente pouco mais da metade dos países com dados disponíveis está no caminho para atingir as metas.

"Cerca de 41% das pessoas em nações de baixa e média renda vivem em países que não devem atingir as metas. E 12% vivem nos 60 países sobre os quais não há dados suficientes para medir o progresso", diz o relatório.

No entanto, segundo o Bird, houve progressos consideráveis nesses 10 anos e, apesar da crise econômica e financeira, "a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas vivendo na extrema pobreza ainda pode ser alcançada em diversas regiões em desenvolvimento"

Fonte: Terra

segunda-feira, março 29, 2010

The Wall Street Journal: "o amanhã finalmente chegou para o Brasil"

Para periódico norte-americano, Brasil superou a fase de promessas e passa a ser uma potência



Uma reportagem especial publicada hoje no jornal norte-americano The Wall Street Journal tem como tema a ascensão econômica brasileira. For Brazil, it's finally tomorrow (Para o Brasil, o amanhã finalmente chegou, tradução livre), mostra como o Brasil superou a fase de promessas para ser uma potência e o que ainda precisa ser modificado.

— Para o século passado, o Brasil tem sido uma terra de grande potencial, mas poucos resultados — começa o texto do repórter Paulo Prada.

De acordo com a reportagem, o Brasil já é a maior economia na América Latina e a décima maior do mundo. Citando um estudo de Goldman Sachs, o periódico ainda projeta que, por volta de 2050, o país latino-americano estará ocupando o quarto lugar na lista, saltando à frente da Alemanha, do Japão e do Reino Unido.

— Considere que: Encarando uma das piores crises econômicas do mundo desde a A grande depressão, a economia brasileira recuou apenas 0,2% no último ano, e é esperado um crescimento de 6% neste ano. Todos os dias, os brasileiros têm estado muito ocupados, comprando máquinas de lavar, carros e televisores de plasma, para perceber a recessão — constata a reportagem.

Entre as críticas, o jornal cita o setor público, que segundo eles é inchado e corrupto. A criminalidade também é citada como um empecilho ao desenvolvimento nacional.

— Sua infra-estrutura está mal na necessidade de reparo e expansão. O ambiente de negócios é restritiva, com um código de trabalho com páginas rasgadas da cartilha econômica de Benito Mussolini.

ZEROHORA.COM

Brasil tem peso para virar potência mundial, diz Wall Street Journal

O diário norte-americano The Wall Street Journal publica nesta segunda-feira um caderno especial sobre o Brasil abrangendo "da sua notável moeda forte e seu explosivo mercado de ações até o ardente debate sobre um astro do futebol [o Ronaldinho Gaúcho]".

"Para o país do futuro, finalmente é amanhã", diz a chamada da reportagem principal. "O Brasil virou a esquina e agora é uma nação de peso, ambição e fundamentos econômicos para se tornar uma potência mundial. Mas o país tem enormes desafios que precisa enfrentar até aproveitar integralmente esse potencial."

Entre os obstáculos que o Brasil tem a encarar, o jornal cita a corrupção "cravejada" no País, o "crime galopante", a "infraestrutura em mau estado" e o "ambiente de negócios restritivo ("com um código trabalhista arrancado das cartilhas econômicas de Benito Mussolini"). Ainda há "trabalhos colossais" a serem feitos, diz a reportagem, assinada pelo correspondente Paulo Prada.

Uma das reportagens trata das eleições deste ano e conclui que os brasileiros "querem mais do mesmo". No plano internacional, o jornal escreve que "de repente", o que o Brasil fala passa a ter importância no exterior, mas afirma que o País "escorrega no palco global".

O jornal traz textos, ainda, sobre o projeto de expansão do BTG Pactual (um dos maiores bancos de investimento do País), o crescimento e os desafios da Embraer, a tentativa do governo de resolver os problemas das conexões de internet no País, a dupla de artistas conhecida como Os Gêmeos, os restaurantes de São Paulo, eventos culturais e dados estatísticos.

O Brasil foi escolhido como o primeiro de uma série de países que serão objetos de reportagens do caderno "The Journal Report". O objetivo do jornal, diz a "Nota do Editor", é dar aos leitores "uma compreensão sobre um dos mais vibrantes e importantes lugares do mundo hoje". (fonte: Radar Econômico)

sexta-feira, janeiro 01, 2010

VERDADE NÃO É REVANCHISMO

A anunciação do Plano de Direitos Humanos, publicado no Diário Oficial da União no dia 22 de dezembro, causou alvoroço na caserna. Comandantes do exército e da aeronáutica ameaçam pedir demissão, caso não sejam retirados alguns trechos do plano. Previsível demais! Toda vez que se propõe um debate no Brasil, questionando-se os crimes cometidos pelo Estado durante o regime de exceção, rapidamente surgem os saudosistas da ditadura militar para taxar tais atos de “revanchismo”.
É a velha política dos rótulos inconseqüentes, com a intenção de ludibriar boa parte da sociedade brasileira. Foi assim na década de 60, quando taxavam o Presidente Goulart de comunista, na busca desesperada de um falso argumento para justificar o desrespeito à Constituição Federal. Eram tempos de radicalismos. Preto ou branco. Capitalista ou comunista. Vida ou morte. Durante os longos 21 anos de repressão, após a derrocada inconstitucional de Jango, a Doutrina de Segurança Nacional e os Atos Institucionais encarregaram-se de consolidar a política da censura, do medo e da violência. Como se vê, falar sobre verdades não é revanchismo.
O agravante destes crimes, praticados contra cidadãos que tinham convicções políticas divergentes dos Generais Presidentes, reside justamente no fato de serem estes agressores representantes do Estado brasileiro. Ou seja, ao invés da obrigação constitucional do Estado zelar pela integridade física dos cidadãos, torturadores demonstravam habilidades com o pau de arara, choque elétrico, violação sexual, e tantas outras repugnantes formas de agressões aos direitos humanos.

Contudo, não faltarão aqueles a recordar que setores de esquerda empenharam-se na luta armada contra o governo. Lembrarão de David Capistrano, de Marighela, de Lamarca, ou até mesmo de Dilma Roussef. Estes, não querem assimilar jamais que violência gera violência. E o golpe de 64 foi uma violência contra o povo brasileiro. 
Em decorrência alguns frágeis argumentos que amparam a impunidade, acompanhamos pacificamente a postergação da solução para uma ferida não cicatrizada deixada pela ditadura. O fato é que, ao desvendar estes crimes obscuros, não é o revanchismo a palavra de ordem, mas sim justiça.
Porque não conhecer os nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura, representando ao Estado brasileiro? Porque não identificar e tornar públicas as “estruturas” utilizadas para violações de direitos humanos? Num Estado Democrático de Direito e numa nação civilizada, espera-se o compromisso com o respeito aos direitos da pessoa humana, e principalmente, a busca da verdade. 


Christopher Goulart
Presidente da Associação Memorial João Goulart

sexta-feira, agosto 07, 2009

Traidores

Como poderíamos conquistar esse país se não fossem os traidores?

(comentário de um oficial japonês sobre um rico chinês que traiu seu povo, no filme "A estirpe do dragão", de 1944)

quinta-feira, abril 23, 2009

Lula está construindo um gigante regional único, diz 'Newsweek'

Terra.com.br - 22 de abril de 2009


O Brasil vem se transformando na última década em uma potência regional única, ao se tornar uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região conturbada e governada pelo Estado de direito ao invés dos caprichos dos autocratas. A afirmação é feita em artigo publicado na última edição internacional da revista americana Newsweek.

"Contando com a cobertura da proteção de segurança americana, e um hemisfério sem nenhum inimigo crível, o Brasil tem ficado livre para utilizar sua vasta vantagem econômica de seu tamanho dentro da América do Sul para auxiliar, influenciar ou cooptar vizinhos, ao mesmo tempo conseguindo conter seu rival regional problemático, a Venezuela", afirma o artigo.

Segundo a revista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "preside uma superpotência astuta como nenhum outro gigante emergente".

O artigo foi publicado menos de um mês após Lula ter aparecido na capa da Newsweek, com uma entrevista exclusiva à revista após seu encontro com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca.

Poderio militar

A Newsweek observa em seu último artigo que enquanto outros países emergentes e mesmo os Estados Unidos contam com seu poderio militar como forma de afirmação, o Brasil "expressou suas ambições internacionais sem agitar um sabre".

A revista observa que quando há algum conflito na região, o Brasil envia "diplomatas e advogados para as zonas quentes ao invés de flotilhas ou tanques".

O artigo também comenta que o Brasil tem se tornado uma voz mais assertiva para os países emergentes nos temas internacionais, contestando por exemplo os subsídios agrícolas dos países ricos.

"Nenhum governo foi tão determinado como o de Lula em estender o alcance internacional do Brasil. Apesar de ter começado sua carreira política na esquerda, Lula surpreendeu os investidores nacionais e estrangeiros ao preservar as políticas amigáveis ao mercado de Fernando Henrique Cardoso internamente, para a frustração dos militantes de seu Partido dos Trabalhadores. Para a esquerda, ele ofereceu uma política externa vitaminada", diz a Newsweek.

Influência americana

A revista diz que os esforços brasileiros advêm da estratégia "não-declarada" de se contrapor à influência dos Estados Unidos e de dissipar as expectativas de que exerça um papel de representante de Washington", mas que nem por isso o país embarcou na "revolução bolivariana".

"Pelo contrário, Lula tem controlado a região ao cooptar os vizinhos com comércio, transformando todo o continente em um mercado cativo para os bens brasileiros", diz o artigo. "No fim das contas, o poder do Brasil vem não de armas, mas de seu imenso estoque de recursos, incluindo petróleo e gás, metais, soja e carne."A

A revista afirma que isso também tem servido para conter a Venezuela e que a provável aprovação próxima da entrada do país de Hugo Chávez ao Mercosul não é "um endosso aos desejos imperiais de Chávez, mas uma forma de contê-lo por meio das obrigações do bloco comercial, como o respeito à democracia e a proteção à propriedade".

"Isso pode ser política de risco. Mas as apostas estão nos brasileiros. Sem um manual para se tornar uma potência global, o Brasil de Lula parece estar escrevendo o seu próprio manual", conclui a Newsweek.

BBC Brasil - BBC BRASIL.com

quarta-feira, abril 08, 2009

"Olhe para Brasília, não para Pequim", diz artigo no 'WSJ'

Um artigo de opinião publicado na edição desta quarta-feira no jornal americano Wall Street Journal destaca que o maior desafio imposto à atual ordem econômica mundial está emergindo do Brasil, Índia e África do Sul, o trio de países que integram o grupo Ibas, e não da China como muitos pensam.

O texto intitulado "Olhe para Brasília e não para Pequim", de autoria do cientista político Bruce Gilley, ressalta que, ao contrário do que se pensa, as ameaças ao liberalismo global não estão surgindo de regimes repressivos, como a China, mas dos países do Ibas, "ostentadores de credenciais democráticas impecáveis e de grande peso no cenário internacional".

Gilley lembra que estes três países, através da coordenação de suas políticas externas, têm conseguido formar uma "quase aliança" que poderá ter sérias implicações para o sistema internacional e para o seu principal financiador, os Estados Unidos.

Ele acrescenta que um das consequências involuntárias da ação coordenada do Ibas é criar um obstáculo às pretensões da China de se tornar uma potência global. Para ele, a atuação conjunta destes três países nos grandes fóruns internacionais tem impedido que a China se projete como representante dos países em desenvolvimento.

Segundo o artigo, o Ibas afirmou sua presença no cenário internacional ao conseguir, em 2003, convencer 21 países em desenvolvimento a impedirem um acordo na cúpula da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Cancun, que previa a concessão de subsídios agrícolas para produtores de países ricos.

"Isto pode trazer benefícios para reformas domésticas na China, que têm sido atrofiadas pelas ambições de poder do país", completa Gilley.

Após muito relutar, a China aderiu à coalizão de países em desenvolvimento encabeçada pelo Ibas, mas desde então manteve-se afastada do grupo, afirma Gilley.

Ideais democráticos


Para o autor, algumas razões mantêm a China de fora do Ibas. Uma delas é que o país é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, o que o coloca em rota de colisão com as aspirações do Brasil, Índia e África do Sul, defensores de uma reforma que amplie a instituição para melhor refletir as posições dos países mais pobres.

Mas, segundo o artigo, o principal motivo que deixará a China à margem do grupo reside no fator "imutável" de que o país não é uma democracia.

"A democracia está no centro de todos os propósitos do Ibas", afirma o artigo. "Trata-se de uma aliança que procura usar idéias democráticas para reformar a ONU e outras instituições internacionais para possam melhor atender aos países pobres".

Na avaliação do autor, a razão pela qual isto deve funcionar é que, enquanto democracias, estes países tem "a estatura moral no sistema internacional para atingir seus objetivos".

"E onde a China se encaixa neste contexto?", indaga o autor. "Provavelmente se perguntando por que mais uma vez um século que se anunciava como seu tenha ficado para trás".

Para os reformadores chineses, "isto pode ser uma boa notícia porque poderão apontar a democracia como uma pré condição para respeitabilidade internacional", diz o artigo.


Fonte: TERRA


quinta-feira, fevereiro 05, 2009

O PRÉ-SAL E O ENIGMÁTICO FUTURO BRASILEIRO

Carlos Lessa (economista)

Toda profissão tem cacoetes lingüísticos. O geólogo brasileiro denomina os campos submarinos de petróleo existentes abaixo de um enorme e espesso lençol de sal de pré-sal. O geólogo ordena o mundo de baixo para cima. O sal dificulta e encarece a extração, porém preserva um óleo leve e de ótima qualidade.

Fortes evidências levam a crer que há 130 milhões de anos começou o desquite entre África e América do Sul. No meio, surgiu um lago que, crescendo, dá origem ao Atlântico Sul. O material orgânico foi sepultado debaixo do sal; posteriormente, outros elementos se depositaram. A combinação de temperatura e pressão converteu a matéria orgânica em petróleo. Movimentos tectônicos deslocaram o sal; parte do petróleo migrou para cima das `janelas` de sal. A Petrobrás localizou campos submarinos nestas janelas: Namorado, Marlin, Roncador e toda uma peixaria permitiram a auto-suficiência deste combustível. O óleo dessas jazidas não é o melhor - é pesado - porém é nosso; está em nossa fronteira marítima, pertence à Petrobrás, e o Brasil é líder em tecnologia e ambições em águas profundas.

A Petrobrás foi em frente. Perfurou ao longo do mar, desde Espírito Santo até a Bacia de Santos, em busca do pré-sal. Tudo leva a crer que existam campos no mar em uma área de até 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura. As estimativas oscilam entre 30 e 50 bilhões de barris no pré-sal - não é um delírio nacional, esta é a avaliação do Credit Suisse. Hoje temos 14 bilhões de barris provados. Com Tupi, Carioca, Júpiter e seus `compadres`, chegaríamos às reservas atuais da Rússia e da Venezuela.

O óleo do pré-sal é leve. O Brasil pode confiar nos geólogos, cientistas, engenheiros e tecnólogos que desenvolveremos a tecnologia para estes campos muito profundos e com espessas camadas de sal. Ao Eldorado Verde da Amazônia, descobrimos um Azul, no pré-sal; um novo Eldorado pelo brasileiro e para o brasileiro. Este é o sonho. Pode-se converter em um pesadelo.

Os EUA consomem 25% do petróleo do mundo. O grande poluidor bebe, todos os anos, sete bilhões de barris. Tem reservas pequenas, apenas para quatro anos. Por isto, tem tropas na Arábia Saudita (260 bilhões de barris de reservas), e frotas navais no Oceano Índico; estimulou o conflito latente entre sunitas e xiitas, promoveu Saddam Hussein e deu fôlego a Bin Laden. Com o primeiro, alimentou o ódio ao Irã (100 bilhões de barris); com o segundo, sustentou a rebelião dos afegãos contra a URSS. Após o 11 de setembro, destruiu os talibãs e, desde então, acusou o Iraque (100 bilhões de barris) de dispor de armas nucleares. Destruído Saddam, não se descobriu nenhum armamento não convencional. Transferiu, imediatamente, para o Irã a acusação de estar se nuclearizando. Os EUA mergulharam de ponta-cabeça no Oriente Médio, pois têm sede de petróleo - aliás, a China e a Índia também.

Até o pré-sal brasileiro, o Novo Mundo não poderia saciar os EUA; o México já foi depredado (tinha 52 bilhões de reservas e hoje está com 17). O Canadá tem muita areia betuminosa (custos extremamente elevados de extração). A Venezuela tem reservas insuficientes para a sede norte-americana. Alguns países ficaram sem petróleo: a Indonésia exportou, participou da Opep e vendeu seu óleo a US$ 3 o barril, hoje importa a US$100 o barril. O Reino Unido não é mais exportador de petróleo no Mar do Norte; bebeu e vendeu demais. Este é o pano de fundo de um possível pesadelo geopolítico. Não interessa ao Brasil que o Atlântico Sul se converta num Oriente Médio.

A primeira pergunta que ocorre é: o petróleo do pré-sal é nosso? Logo depois: até quando? O neoliberalismo já promoveu nove rodadas de leilões.

A ANP - instituição que no passado seria denominada de `entreguista` - pretendeu acelerar uma nova rodada nos blocos do pré-sal. Com clarividência, o presidente Lula suspendeu a rodada e solicitou à ministra Chefe da Casa Civil que estudasse uma nova legislação de regulamentação da economia do petróleo. Creio que Lula anteviu um possível `Iraque` em nosso território. O presidente sabe que a Petrobrás pode, técnica e financeiramente, desenvolver Tupi e outros campos do pré-sal. Sabe que não se brinca com soberania na `Amazônia azul`. Nossa Marinha de Guerra precisa do submarino nuclear; nossa Aeronáutica precisa de mísseis e da Base de Alcântara, porém quem garante que não seremos acusados de belicismo?

Conheço a ministra Dilma desde os tempos da Unicamp. Sei que é nacionalista e bem preparada; ela sabe que o preço do barril irá subir tendencialmente. É uma boa `aplicação financeira` manter petróleo conhecido e cubado como uma reserva estratégica; rende mais que os Títulos de Dívida Pública norte-americanos. Um fundo soberano, alimentado com uma parcela das reservas cambiais de nosso Banco Central, poderia subscrever ações e financiar a Petrobrás. É mais estratégica esta `aplicação` do que apoiar o Tesouro dos EUA. Dilma sabe que a China fura poços e os mantém lacrados, preferindo beber petróleo importado em troca de suas exportações. Certamente, a regulamentação não será elevar royalties e contribuições especiais sobre o petróleo extraído do pré-sal por companhias estrangeiras.

A premissa maior é reassumir a Petrobrás como empresa estratégica para o futuro desenvolvimento brasileiro e escudo protetor de uma geopolítica potencialmente ameaçadora. Para tal, é necessário retirar da companhia sua medíocre missão atual: `honrar seus acionistas`. Aliás, o Dr. Meirelles, com o desejado fundo soberano, poderia converter o Banco Central em `acionista`, recomprando as ações que os governos liberalizantes venderam para estrangeiros.

A diretoria da Petrobrás, em vez de saber a cotação da ação em Wall Street, deveria estar articulada com o presidente da República, expondo ao Brasil o modo de manter o Eldorado em nossas mãos.

Extraído do jornal `Valor Econômico` de 12.03.08

quinta-feira, novembro 27, 2008

Lula é líder ibero-americano mais bem avaliado em pesquisa

Presidente lidera lista que inclui 16 nomes avaliados por 20 mil pessoas em 18 países.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu pela primeira vez a melhor avaliação entre líderes da região ibero-americana em pesquisa realizada pela ONG chilena Latinobarómetro.

O levantamento foi realizado com base em 20.204 entrevistas realizadas em 18 países latino-americanos entre os dias 1º de setembro e 11 de outubro.

Além de Lula, foram avaliados outros nove presidentes sul-americanos, o cubano Fidel Castro, o americano George W. Bush, o mexicano Felipe Calderón, o nicaragüense Daniel Ortega e os espanhóis José Luis Rodríguez Zapatero e o rei Juan Carlos.

No ranking elaborado pela entidade, Lula ultrapassou os dois espanhóis: o rei Juan Carlos ficou em segundo lugar e o primeiro-ministro Zapatero, que tinha empatado com Lula em anos anteriores, caiu para a terceira posição.

Segundo a pesquisa, em uma escala de notas que vai de zero a dez, de "muito mal" a "muito bem", Lula recebeu 5,9 na pesquisa. No ano passado, ele tinha 5,6, a mesma avaliação de 2006. Em 2005, tinha recebido a nota 5,8.

Com a avaliação que recebeu dos entrevistados, Lula superou todos os presidentes sul-americanos avaliados no levantamento, incluindo a chilena Michelle Bachelet (4ª), o paraguaio Fernando Lugo (5º) e o colombiano Álvaro Uribe (6º).

O nome do presidente da Bolívia, Evo Morales, aparece em décimo lugar, seguido pela argentina Cristina Kirchner (11ª) e pelo venezuelano Hugo Chávez (13º).

Resultado 'esperado'

Entrevistada pela BBC Brasil, por telefone, a diretora do Latinobarómetro, Marta Lagos, baseada em Santiago, no Chile, disse que Lula "inseriu" o Brasil no cenário internacional e, com isso, também deu destaque para toda a América Latina no mundo.

"Esse resultado é óbvio, já era esperado", afirmou. "O Brasil se transformou em uma potência mundial. Lula colocou o Brasil no cenário internacional e a América Latina foi junto e reconhece isso."

Lagos interpreta ainda que os entrevistados entenderam que Lula, "sem muito barulho", superou a crise com a Bolívia e "dominou" e "controlou" a influência de Chávez na região.

Na opinião da diretora do Latinobarómetro, o rei Juan Carlos acabou em segundo lugar provavelmente por sua reação - com a frase "Por que não se cala?" - à partipação de Chávez em uma reunião regional.

Lagos destaca também que o Brasil realmente se comporta, na sua visão, como "potência", já que os brasileiros têm a noção do tamanho do país, do seu potencial e de seus problemas.

"No Brasil, parecem não acreditar nos contos mágicos", disse. "Sabem da realidade do país."

Segundo Marta Lagos, o mesmo não se observa em outros países da região.

Fonte: G1